sábado, 6 de outubro de 2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Mudam-se os tempos...
Vamos reflectindo, e entretanto dancemos a Valsa...
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Cristina Gomes da Silva
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20:50
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Etiquetas: Música
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Senso*, Bruckner e Alida Vali
Bruckner Symphoney 7 - pt.3
Alida Vali é o rosto desta música. Estou certa de que sem ela estes sons não soariam da mesma forma.
*de Luchino Visconti
PS: JVT, foi só porque pediste muito :)
Publicada por
Cristina Gomes da Silva
às
20:49
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Etiquetas: Música
Américo!
Já aqui falei da minha passagem pelos Bombeiros. Durante um ano estive ligado à Associação Humanitária dos Bombeiros cá da terra. Foi um ano terrível de trabalho, cheio de desafios profissionais mais uma reunião semanal na Associação que se estendia invariavelmente até às duas da manhã.
Mas foi essa experiência que me levou a conhecer algumas pessoas excepcionais. No dia em que a minha mulher teve um acidente de viação fiquei aliviado quando, pelo telefone, soube que chegariam ao local em poucos minutos. Tinha a certeza que, mesmo estando ainda bastante distante, a partir desse momento, a acidentada não poderia estar em melhores mãos.
Foi também nesse ano, e nesse âmbito, que me envolvi num dos projectos mais aliciantes da minha carreira de professor: a reformulação da página da associação.
O Américo foi sem dúvida uma das pessoas pelas quais valeu a pena a experiência e todas as horas passadas no quartel. Tendo algumas limitações físicas, que lhe dificultam bastante os movimentos e a comunicação oral, tem no entanto qualidades -como a competência técnica, a organização, o espírito de iniciativa, a frontalidade e mesmo o sentido de humor- que fariam dele o funcionário que não hesitaria em contratar para exercer funções na área da informática de qualquer empresa onde tivesse poder de decisão. Além da página da Associação, que lançou por iniciativa própria e lhe valeu um voto de felicitação e reconhecimento aprovado por aclamação, numa Assembleia Geral em 1999, o Américo tinha também desenvolvido um conjunto de aplicações que permitiam já na altura a informatização de grande parte do quartel e que foram mesmo adoptadas por outras corporações. O único defeito, digno de registo, que lhe encontrei foi ser Sportinguista, mas ninguém pode ser perfeito!
Estando ligado ao ensino das tecnologias pensei que uma área em que poderia colaborar seria na reformulação do site, aproveitando as capacidades do Américo. Com a sua colaboração poderíamos passar de uma página estática em HTML para um portal dinâmico com um backoffice que permitisse uma rápida e eficaz gestão de conteúdos. Tal projecto só faria sentido, como disse, em colaboração e com a forte participação do Américo. Por sorte minha entusiasmou-se desde o início com a ideia. A página seria programada em ASP (desculpem a linguagem um pouco técnica) e toda a informação guardada em bases de dados. Seriam desenvolvidas duas zonas: uma visível e outra, protegida por palavra-passe, a que só teriam acesso os colaboradores para editar os conteúdos. Se tudo corresse bem, no fim do projecto, além da página o Américo estaria apto a começar a desenhar outras aplicações, utilizando a mesma tecnologia, para gerir a vida do quartel e substituir as aplicações que tinha programado em Clipper há mais de uma década.
Em poucas semanas, o excelente aluno, dominava a nova linguagem de programação bastante bem! Encontrava soluções engenhosas para os problemas que se nos iam deparando e o projecto seguia a um ritmo que, inicialmente, nem imaginava possível.
Da direcção da Associação fazia ainda parte uma colega licenciada em Direito, mas com uma veia jornalística muito forte, que se juntou ao projecto assumindo o papel de editora e produtora de conteúdos. A sua participação foi fundamental, assim como a de uma vasta equipa de colaboradores, na sua maioria bombeiros ou pessoas muito ligadas à associação, que a editora conseguiu mobilizar e que contribuiram com textos, fotos e crónicas regulares. A parte técnica, que eu e o Américo podíamos resolver era apenas um dos factores a ter em conta para o sucesso do projecto. A vasta equipa de colaboradores e o papel da Editora foram fundamentais.
O resultado foi um site que, no panorama dos bombeiros nacionais, serviu de inspiração a outras corporações e uma revista da especialidade analisou e classificou muito bem, não apontando nenhum aspecto a melhorar.
Este resultado, na minha opinião, foi conseguido pelo trabalho em equipa e pelo empenho e profissionalismo do webmaster Américo!
Infelizmente não me é possível deixar aqui a ligação para o site porque a actual direcção, por motivos que desconheço, resolveu abandonar o projecto com o qual sempre me mantive disposto a colaborar. Ontem à noite, via MSN, o "Gatão Verde" (nick do Américo) dizia-me que o Benfica perdia 1-0 e, mesmo não sendo eu muito benfiquista, não pude deixar de me lembrar da falta que me faz passar pelo quartel e ter dois dedos de conversa com alguém de quem queria ser professor e que acabou por me ensinar tanta coisa!
Um abraço Américo e a promessa de uma visita para breve!
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João Torres
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09:28
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Tecnologias no tribunal e na escola
Hoje estive num tribunal, no litoral alentejano, para assistir a uma audiência em que era parte interessada. O assunto pouco interessa, assim como também não interessa o motivo pelo qual a audiência acabou por não se realizar. Do que queria aqui falar era das testemunhas ouvidas por vídeo-conferência. Bem sei que não será novidade para muitos mas para mim, pouco habituado a pisar tribunais, foi uma surpresa saber que todas as testemunhas que residem longe do tribunal são convocadas para serem ouvidas por vídeo-conferência tendo apenas que se deslocar ao tribunal da sua área de residência. Não é a testemunha que pede, ou melhor... apenas terá que informar o tribunal no caso de preferir ser ouvida presencialmente. Mas, a primeira opção é a utilização da tecnologia.
Não pude deixar de pensar na utilização da tecnologia na educação. Pensei num artigo que li recentemente onde criticavam a introdução de tecnologias na escola e o fascínio que, alegadamente, alguns professores sentem pela sua utilização pensando, segundo o autor, que as tecnologias resolvem todos os problemas da educação. Felizmente não estou nesse grupo, mas também não estou no grupo daqueles que culpam as calculadoras pela falta de capacidades de cálculo mental dos alunos. As tecnologias não vão certamente resolver os problemas da educação, como também não vão resolver os problemas dos tribunais, mas acredito que vão continuar entrar nas escolas como entram nos tribunais, nos supermercados, nos hospitais e nas universidades.
Será necessário pensar, e temos ainda um longo caminho a percorrer, na melhor maneira de as utilizar, mas serão os professores que melhor as conheçam e dominem que estarão em posição para decidir quando dar uma aula com sólidos imaginários ou quadros interactivos...
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João Torres
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21:30
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Guarda-rios e estuários (XIV)
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CCF
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20:47
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Terra Conterrânea III
Agora que recuperei pelo meu próprio olhar o lugar em que nasci, sinto que vivi uma só vez, que não sou simulacro, nem sombra.
É verdade que Cibele foi logo o nome pelo qual me chamaram, ainda que como sempre me tenha apresentado com os dois e o primeiro seja o que o ritual impõe. Mas só mais tarde, quase já na partida, chegou o abraço que esperei desde o início e a palavra doce: conterrânea!
~CC~
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CCF
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16:07
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Música(s)
Não pode haver um dia da música embora seja este. Seja...pela música.
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CCF
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16:18
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