terça-feira, 29 de julho de 2008

Saragoça



Acabo de revelar algumas das fotos de viagem aqui no computador do hotel, em Tarragona.
Enquanto as copio, para libertar o cartao da máquina, tenho tempo de mandar um abraço para quem por aqui passar.

Continuaçao de boas férias... ou trabalho!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Férias...

Este blogue, vai de férias...
O dono aproveita e vai também.
Atenção... vão de férias, não vão descansar!
O programa inclui umas maratonas ao volante...
Umas caminhadas por Saragoça, Barcelona e Madrid e
Muitos cliques à sombra do chapéu.

Obrigado a todos os que têm passado por aqui, mesmo sem ler!

Até já na India falam disto!

Grapheine : Agence communication Paris , communication agency French, illustrator

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Trás-os-Montes

Tratar dos olhos...

Uma boa semana, de trabalho/férias (riscar o que não interessa) e não esqueçam, é muito importante tratar dos olhos!

La Graine et le mulet


Sète, uma vila piscatória algures no sul de França . Um homem triste do início ao fim do filme. Mulheres que se juntam à sua volta para tornar um sonho possível. Grandes planos de rostos e conversas intensas filmadas quase em tempo real. Uma festa linda que teima em correr mal. Uma filha, que não o é, que dança até perder as forças para ajudar a salvar o pai! Duas mulheres que cozinham o famoso cuscuz para a mesma refeição. Uma sociedade francesa retratada racista, bebedora e mulherenga . Um fim dramático e impressionante.

Resumindo... um filme a não perder!

O Segredo de um Cuscuz de Abdellatif Kechiche, França (2007)

Trailer

A dança do ventre

domingo, 20 de julho de 2008

Tango with Katie Melua

Grande artista...




.

Os treinos têm decorrido a bom ritmo! De vez em quando ainda há umas notas que falham, mas entrou desde já para os meus músicos favoritos!

sábado, 19 de julho de 2008

E agora...



...Algo completamente diferente!

Leonard Cohen

Foto roubada aqui

É hoje...
deve ser agora...
A esta hora, Cohen canta em Lisboa...

Quando acordei já não havia bilhetes...

E quem te manda a ti andar a dormir?

Madeleine, Jacques Brel

sexta-feira, 18 de julho de 2008

SHE, CHARLES AZNAVOUR

Só um barco...

ou um barco só!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Fazer de conta...


A I., de 8 anos, adora jogos de computador onde simula ser empregada de mesa. Senta os clientes nas mesas, toma nota dos pedidos, serve as refeições e depois limpa as mesas.

Por vezes gosta de se sentar ao meu colo para que jogue também. Confesso que não consigo igualar as suas pontuações.

Compreendo que goste de jogos no computador! Até compreendo que goste deste tipo de simuladores... Mas não compreendo porque lhe custa tanto servir-me quando lhe peço que me traga um copo de água ou que leve os copos sujos à cozinha!

Bom dia

Bem sei que já apetece ir ver o campo...
Paciência, falta pouco!

Caresse sur l'océan, Les Choristes

quarta-feira, 16 de julho de 2008

...

Le facteur, Georges Moustaki

Guantanamera


Guantanamera
Colocado por razfin

terça-feira, 15 de julho de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Hoje o google está assim

O francês, claro!

http://www.google.fr

Chapéus há muitos...

...mas eu gosto deste!

Vá andando...

Não sei porque veio aqui parar...
Afinal, este é um blogue que ninguém lê!

Se já passou por aqui antes o risco é todo seu, não me responsabilizo por nada mas... será sempre bem-vindo, fique o tempo que desejar e depois:

Vá andando

Se veio aqui para por acaso aceite um conselho:

Vá andando

porque há blogues que merecem ser lidos!



PS. Amigo José, espero que muitos parem aí pelo teu novo canto que em breve estará cheio de poemas e textos teus!

domingo, 13 de julho de 2008

Barcos


Bom domingo.

sábado, 12 de julho de 2008

Lagoa de Santro André


sexta-feira, 11 de julho de 2008

E agora....

Aí vou eu outra vez....

Correntes


a lagartixa passeia ao rés da parede
não se vê, há a sombra na luz do girassol
erguendo a casa
há adiante o barco azul no tacto das pétalas,
há a luz do adejar do réptil

e vai beber a sede do meio dia despedaçado
na raiz da madeira feita de penumbra
já diz dela o girassol
uma semente caida viva

há a luz no dia em ponto
há luz do barco partido
jacente no horizonte

é meio dia de sol ,
dá o brilho do tempo reflectido,
dá do girassol a lágrima verde , amarela

há horas, há a porta , há um ruído surdo
um coração de sol
que deu mundo, agora vibra

há um coração de pão e peixe
na janela esquecida,
está do barco ausente ,
está na morte

o barco a semente
o pinheiro a sombra a alegria
a morte esquecida num só dia

o barco talha o sol , o barco talhou a vida
em ponto ao meio dia

José Ribeiro Marto ( inédito 2008)

A sardinhada...

A sardinhada foi tão boa que quando me lembrei de tirar a foto só já havia cerejas...
Estiveram presentes a ~CC~, a Cristina e o José Marto. A Deep e a Girafa Cor de Rosa não puderam comparecer por estarem ainda pelo Norte...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Picos

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O pavão continua lá...

Lembro-me de o ver passear pelo jardim.
Hoje continuava lá, como se o tempo não passasse por aquela ave.
Sei que não é o mesmo, não pode ser!
Mas por muito que uma cidade mude,
há pormenores que nos fazem recuar no tempo...
O pavão continuava lá,
o banco de jardim também!

Évora...


terça-feira, 8 de julho de 2008

Sabem o que é?

Eu também não!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Catedral, ZELIA DUNCAN

Mais uma flor.

Boa semana.

domingo, 6 de julho de 2008

Um dia de sol...

Bom domingo...

sábado, 5 de julho de 2008

Sapatos que secam ao sol

PS. O chapéu é meu... os sapatos não!

Correntes


São feitas de medo e de cobardia, de incerteza e de cepticismo as correntes que nos prendem a um chão hostil onde os sonhos, os gestos, os pensamentos e as palavras se exibem plenos de musgo e de ferrugem. Na ânsia de nos soltarmos, roçamos o chão, rasgamos a pele, rompemos a alma, resvalamos, presos à noite, por muros de silêncio. Algumas vezes, conseguimos que os dedos dos pés toquem a areia, sintam a espuma do mar. Outras, mais do que espuma e areia, há uma leve brisa que nos despenteia, um cheiro a maresia que nos enebria. De súbito, um doce enlevo de alma transforma as amarras em correntes de esperança e de partilha.

Deep

Nota: Muito obrigado por mais este texto. A sardinhada está a ser marcada para dia 10 ao almoço. Podes aparecer?


Chapéus há muitos....

mas... eu gosto deste!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Sul...

O sol e o Sul voltam a chamar por mim...
(A serra e o Norte também, mas teimo em fazer de conta que não os oiço...)

Descansem,
bom fim-de-semana!

Correntes de tempo.



É quando me olho ao espelho que vejo o tempo reflectido. O tempo passado. O tempo que por mim passou. Sou aquilo que fui fazendo do meu tempo. Quase uma obsessão. O tempo.
O tempo que se apodera das nossas vidas e nos traz encantos e desencantos é o mesmo que nos faz encanecer as frontes e riscar finos traços na pele salgada de lágrimas e corada de alegrias e comoções.

Rugas de uma vida de fissuras e risos. Sulcos finos como carreiros abertos pelas minúsculas partículas de sal.

Respiro nostálgica o odor do encanto pelos outros e deixo por explicar o desencanto. São como velas de chama vigorosa e bruxuleante no início, mas que fenece lentamente lá mais para o fim. Pergunto-me como se pode fazer para manter essa chama, como protegê-la dos sopros mais fortes e dos salpicos das lágrimas choradas pelo feitiço quebrado. O tempo dirá de quantas correntes me fiz e de quantas me desatei. O tempo o dirá. Escutá-lo-ei.

Cristina GS


Nota: Obrigado "parceira", é bom ter palavras tuas por aqui outras vez! Vamos combinar a data da sardinhada.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Pontes

Sobre correntes, elos e ligações



Solta amarras,
Solta as correntes, vai ao sabor do vento e das marés…

E se elas existirem, as correntes, que sejam elos e não amarras.
Fortes, mas abertos, espontâneos e livres…
…assim como o mercúrio na palma da mão, fechada ela não o agarra, aberta ele fica.

E que não se enferrujem, nem com água, nem com o sal e o doce da vida,
Que sejam laços, francas uniões…
…assim como as amizades sem tempo, nem espaço, nem lugar algum, apenas (e tanto) só sentimento.

E se por um acaso, ela surgir, a ferrugem, que seja uma marca que o tempo deixou…apenas a marca da vida. E não do aperto e da angústia, como se algo nos quisesse sufocar e ancorar.

E se for uma âncora, a corrente, que nos leve a um porto bom, caloroso e seguro, onde ficamos apenas porque queremos ficar… e permanecer.


Nota: Muito obrigado por mais este lindo texto... Vamos seguir a proposta da ~CC~ e fazer uma sardinhada à beira Sado? Atenção que o prémio, a partir de agora, será apenas a companhia... Mas nisso tenho a certeza que seremos todos premiados! Venham mais textos e amigos para a sardinhada pois... não há prazos nem limites para receber as palavras dos amigos!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

A crise quando chega é para todos!



Pois é, às vezes não vemos os problemas na sua plenitude... Os Cavalheiros, mais uma vez, estão atentos a todos os lados da crise!

A verdade é que sem as "boazooonas" dos descapotáveis a circular por aí as estradas nunca mais serão as mesmas!

terça-feira, 1 de julho de 2008

O feitiço e o feiticeiro...

Pois é, desta vez a Cristina virou o feitiço contra o feiticeiro e, em vez de mandar um texto para a minha foto, resolveu pedir uma foto para um dos sempre belos poemas do José Marto.
Espero, enquanto humilde fotógrafo de fim-de-semana, ter estado à altura do desafio!

Um abraço à Cristina e ao José Marto.

Correntes...

Eu tinha uma corrente chamada medo que me aprisionava a mim mesma.

O medo é a matéria de que se fazem as viagens interiores aos nossos pesadelos.

Por isso essa corrente aprisionava-me ao medo de ficar para sempre presa num espaço do qual não pudesse sair. Era o medo de estar no elevador, na ilha, no avião, no meio de uma ponte ou até dentro de um carro desconhecido. Todos os espaços quando se fechavam eram o palco do meu medo: a persiana descida na janela, a porta a encerrar uma divisão da casa, o corredor do qual não se vê o fundo, um barco no meio do mar. Medo de todos os lugares dos quais não poderia sair por mim mesma.

Por isso essa corrente aprisionava-me ao medo dos braços dos outros por eles se poderem fechar sobre mim num abraço sufocante, ao medo de um corpo que se pudesse deitar sobre o meu, às pessoas altas e grandes que pareciam poder fazer-me desaparecer só com a sua sombra. Até um beijo podia fazer-me medo.
Medo de todas as pessoas capazes de me reter pela força, de me forçar a alguma coisa.

Foi pela consciência das correntes que me ligavam ao medo e do modo como as tinha construído que comecei a construir a minha liberdade. Nunca poderei dizer que as correntes são feitas de vento, mas poderei dizer que o seu ferro é leve, tão leve que se me esforçar o posso arrastar.

~CC~

Nota: É sempre um prazer abrir o blogue que ninguém lê à participação de todos os que por aqui vão passando. Desta vez devem andar todos muito atarefados pois, ao contrário de outras ocasiões, só a ~CC~ respondeu ao desafio. Mesmo assim valeu a pena. Quem não gostaria de publicar um texto da menina que escreve isto? Haver apenas uma respondente torna a classificação e atribuição de prémios muito fácil!
~CC~ escolhe o dia e o restaurante este texto vale bem um jantar...