
Estava agora apenas em cima das amendoeiras, como que por magia.
A lareira, desta vez, era a mesma e as alheiras, que assámos quando a noite chegou, tinham sido enchidas pelas mãos da irmã da nossa mãe.
Tinham o mesmo sabor ou, pelo menos, tinham o sabor que penso que tinham as que, todos os invernos, também ela fazia.
Os grelos de nabal, que sempre disse picarem na língua, estavam agora óptimos acompanhados de batatas e azeite.
O folar, que comemos ainda quente, tinha sido amassado pelas mãos amigas e generosas de quem, naquela pequena aldeia de Trás-os-Montes, foi amiga da nossa mãe e com ela aprendeu a amassar estes bolos recheado de carne.
Tudo esteve óptimo nesta curta viagem ao passado com o meu pai e as minhas duas irmãs.
Tinham o mesmo sabor ou, pelo menos, tinham o sabor que penso que tinham as que, todos os invernos, também ela fazia.
Os grelos de nabal, que sempre disse picarem na língua, estavam agora óptimos acompanhados de batatas e azeite.
O folar, que comemos ainda quente, tinha sido amassado pelas mãos amigas e generosas de quem, naquela pequena aldeia de Trás-os-Montes, foi amiga da nossa mãe e com ela aprendeu a amassar estes bolos recheado de carne.
Tudo esteve óptimo nesta curta viagem ao passado com o meu pai e as minhas duas irmãs.
4 comentários:
Estes são os pequenos grandes milagres do dia a dia a que a maior parte de nós não dá importância...mas são pedaços, grandes pedaços de pura felicidade. Obrigada pela partilha. Bjs.
Tanta ternura!
Que vergonha, tu vens passar um fim de semana à terrinha e tiras fotos às amendoeiras em flor, eu que estou cá todos os dias ainda não tirei, vamos lá ver se o tempo deixa :)
Tanta ternura quando falas da tua familia :)
»Fico calado»
Escreve esta frase.
JRM
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