quarta-feira, 17 de outubro de 2007


Veja mais informações em: http://www.pobrezazero.org/levantate

Nota: faz isso hoje, dia 17 de Outubro, e todos os dias em que te seja possível e/ou faz dessa possibilidade de te fazeres ouvir um acordar todos os dias.
~CC~

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Fazer ouvir

Luanda, Setembro 2007

Pois é João...e há outros dias em que nos devemos fazer ouvir!

Amanhã é um deles!
~CC~

Oportunidades!


Há dias em que perdemos óptimas oportunidades....
....de ficar calados!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Manhãs quase madrugadas




Manhã de Pesca.
Benguela, Setembro de 2007.
~CC~

Seguros?

A denúncia social e política raramente consegue fugir ao tom panfletário e à simplicidade dos seus chavões, costumo evitá-la cuidadosamente e tecer outros laços para as minhas lutas. Não sei de coisas simples neste mundo complexo e por isso assustam-me as palavras que ecoam definitivas no seu julgamento. A palavra capitalismo é uma delas, parece abafar o mundo mas não lhe conhecemos nem os contornos nem as fugas.

Às vezes fico hesitante a olhar o objecto desta ou daquela campanha, o tom inflamado deste ou daquele blogue ou os combates que assumem tanto mediatismo que parecem ser mais importantes do que aquilo que defendem (como o filme do Al Gore).

Mas desta vez quase não posso evitar denunciar o modo como as Seguradoras se tornaram mais e mais agressivas nos últimos tempos, praticando actos desumanos com a maior das impunidades. Tenho histórias complicadas com elas e de cada vez que nos cruzamos, conseguem fazer pior do que na vez anterior. A segurança costumava ser uma palavra que combinava com conforto e estabilidade e para isso muitos de nós estavam dispostos a pagar, mas ultimamente quanto mais precisamos deles, menos eles lá estão.

Leio no Jornal Público que no último filme de Michael Moore (Sicko), é contada a história de um homem que "ficou sem as cabeças de dois dedos num acidente com serra eléctrica e teve que escolher, por imposição da seguradora, qual deles queria ver reconstituído, porque dois era demais". Muito se tem dito sobre os métodos de denúncia de Michael Moore, nomeadamente sobre o modo como manipula a informação. Mas nesta matéria eu acredito no filme dele.

Em Angola, em situação de urgência médica, dei entrada numa clínica e fiquei logo internada por risco de astenia e desidratação. Procurámos, às 3 da manhã, a clínica mais perto do local onde estava e com boa reputação, sabendo nós que havia um seguro de viagem. Mal entrei e aquela hora imprópria mas também reveladora do susto em que estavámos, a minha colega ligou para a seguradora. A seguradora disse duas coisas importantes : a) que a minha colega tinha que se vir embora e deixar-me lá porque o seguro não cobria um acompanhante (ainda hoje temos dúvidas que assim seja, mas não há dúvida que foi a coisa oportuna para se dizer); que aquela não era a clínica indicada, não tinham acordo.

A L, não só colega mas também amiga e um ser humano exemplar disse-lhes que nunca deixaria uma colega doente sozinha no estrangeiro. Ouvi-a depois várias vezes dizer a palavra nunca bem alto, quase gritar-lhes, logo ela que é tão calma. Imagino o resto dos diálogos. E ainda hoje me interrogo sobre que seres humanos aceitam este trabalho, pois por mais que a vida custe, há profissões que, parecendo menos dignas, o são mais. Mas sobretudo interrogo-me sobre os proprietários destas mega-empresas de seguros e sobre o modo como perderam de todo o seu sentido de missão. Alguém lhes devia dizer nunca bem alto todos os dias.
~CC~

domingo, 14 de outubro de 2007

No tempo em que...

... as portas se fechavam com uma corda...

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Bom fim-de-semana

Guarda Rios e Estuários (XVII)

JOGO ALMAR

A- Diz-me o que queres ser quando fores grande?
B- Uma onda pequenina de espuma. E tu?
A - Um vidro tão transparente que pareça água. E tu?
C - Um ribeiro que nunca pare de correr. E tu?
A- Quero ser também uma nuvem sempre branca, sempre à espreita, sem chover.
B - E eu quero agarrar o vento que não se deixa agarrar.
C - Eu quero sempre querer.

E tu?

~CC~

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

PowerPoint....

Muitas vezes se associa o PowerPoint a metodologias expositivas em que a tecnologia não traz verdadeiramente nada de novo servindo apenas para fazer mais do mesmo...
No entanto, nem sempre é assim! A Prof. Teresa deixou hoje uma nota no seu blogue que mostra bem como esta ferramenta pode também ser utilizada pelos alunos, passando estes a ser muito mais que espectadores de lindas apresentações feitas pelos professores!

Parabéns Teresa,
um grande abraço!

Aula de economia segundo Gainsbourg



Afinal quanto pagava Gainsbourg ao estado?
Aqui está ele a mostrar, ao comum dos mortais, quanto é 74%! E, segundo ele, nem é para dar aos pobres... é para o nuclear e coisas dessas!
Pelo menos essa podia ter dado a alguém que não estivesse no mesmo escalão!